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Obs. Lição de Classe de Adolescentes – 3° trimestre de 2016 - CPAD
Infelizmente, com o tempo a igreja perdeu a pureza dos ensinos de Jesus e dos apóstolos. Deixou de pregar uma mensagem de amor e passou a roubar, a perseguir, a torturar e a matar quem pensasse diferente. 


Não era mais a Igreja "Católica", em que todos os cristãos eram "os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele" (l Pé 2.9); mas agora era a "Igreja Católica Romana", não mais submissa ao seu fundador Jesus Cristo, mas ao papa romano, onde o cristão comum não era considerado parte da Igreja, apenas um mero expectador que deveria somente cumprir ordens para não ser lançado no inferno. Não podia lera Bíblia, pois estava escrita em latim, uma língua que apenas os líderes dessa estranha igreja entendiam.
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No ano 1175 d.C., um rico francês chamado Pedro Valdo contratou dois padres para traduzir partes da Bíblia para o francês (traduzir a Bíblia era um crime punido com a morte). Ele deu toda a sua fortuna para os pobres (Mt 19.21), e começou a viajar pelos lugares ensinando que a Bíblia era a única autoridade na vida do cristão, que a adoração aos santos era errada e que não existia o purgatório. Fez muitos seguidores que foram chamados de "valdenses". Sua pregação irritou a liderança da igreja que passou a persegui-los. Eles fugiram, foram caçados como animais, e muitos foram presos, torturados e mortos, mas o movimento não parou de crescer.


Na Inglaterra, no ano de 1376, um professor de teologia, com um nome muito difícil, chamado John Wycliffe começou a pregar contra a situação da igreja e seu grande acúmulo de riqueza. Wycliffe mostrou que o ensinamento dado pela igreja era contrário ao que estava na Bíblia. Só não foi preso e morto porque algumas pessoas ricas o protegeram. Ele conseguiu traduzir a Bíblia para o inglês, e passou a ensinar que o papa era um homem comum e que Cristo é o cabeça da Igreja (Cl 1.18). Ainda acusou a liderança de querer somente enriquecer e não cuidar dos pobres. John Wycliffe morreu no ano de 1384, e quarenta anos após sua morte o papa Martinho V mandou que desenterrassem seu corpo, queimassem e espalhassem suas cinzas no rio.

Em 1402, na Boémia (atual República Tcheca), o padre John Huss lê os livros de Wycliffe e começa a ensinar as suas ideias, pregando na língua que o povo pudesse entender. Foi perseguido, preso e condenado a ser queimado vivo. Sua morte ocorreu no dia 6 dejulhode 1415. O que Huss fez para merecer uma morte tão horrível? Apenas acreditar e ensinar que a Bíblia é a Palavra de Deus e autoridade final na vida da Igreja. Acreditava que o perdão de Deus não pode ser comprado
com dinheiro (At 2.38), que a igreja deve ser simples e santa, e que os bispos devem cuidar de suas ovelhas diligentemente (jr 3.15). Será que temos a coragem de Huss, em preferir morrer, mas não negar a verdade?
AUXILIO HISTÓRICO
Na Idade Média, muitos líderes da igreja eram tão corruptos que é ofensivo mencionar os pecados específicos que eram cometidos pelo clero. Contudo, Deus ainda não acabara a sua obra: a Igreja! Na verdade, Ele nunca acabou esta obra! Está sempre operando, às vezes nos bastidores da história, para realizar a sua vontade, restabelecer a sua Igreja verdadeira, viva e boa.

Em 1150, Deus trouxe à cena os três primeiros gigantes espirituais que dariam a vida pela causa da verdade neste período histórico. Inspirado no exemplo deles, Martinho Lutero daria os passos para tirar a igreja de sua letargia, decadência e corrupção teológica (GARLOW, James L. Deus e o seu Povo: A História da Igreja como Reino de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp.109,10).

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